verbete:
no discurso romântico são feitos vilões. mas, na realidade, são anti-heróis.
bons corações que se perderam pelo cotidiano e chegaram depois. maldito seja esse músculo que não se norteia por bússolas ou se guia por satélites! e acabamos nos apaixonando por corações já conquistados (não encontro explicações por que amamos e queremos ser amados por um determinado ser e excluimos todo o resto da humanidade) e tornamo-nos a outra pessoa.
grandes doses de manutenção da integridade do eu se fazem necessárias. é o oposto daquilo que se diz politicamente correto. no discurso amoroso, os sentimentos nem sempre procuram situações formatadas e explorar territórios colonizados sempre resultam em algumas baixas, cicatrizes de batalhas e corações feridos de alguma parte.
cautela é recomendada. mas, é fundamental viver o que se ama.
ilustração: marina faria
texto: tiago yonamine
verbete da próxima semana: beijo.
2 | pio
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pergunto-me eu!(sim todos nós perguntamos)
você imagina se sentir assim e escreve ou realmente vive isso, tiago????
3 | sushi
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hahaha, escrevi uma vez assim:
“As pessoas pensam que o que escrevo é um portifólio de mim mesmo, e voltei a escrever talvez por um pouco disto; mesmo que eu não seja tanto assim o que escrevo, prefiro que pensem que sou do jeito que conto.”
acho que é por aí. (:
4 | Rebiscoito
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Esse texto se encaixa perfeitamente na situação de uma pessoa que conheço, vou mandar o link do blog pra ela :)
5 | Rafaela Moura
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realmente excluo o resto da humanidade quando me apaixono. sou fiel ao meu sentimento… estranho como as coisas são radicais quando o assunto é meu coração. bobo que só ele ^^
fragmentos dos leitores